Novidades "No início, até achei engraçado e cômico", confessa Alicia X sobre temperamento de Márcia Fu

"No início, até achei engraçado e cômico", confessa Alicia X sobre temperamento de Márcia Fu

Em conversa exclusiva com a equipe de Comunicação da RECORD, peoa avaliou a estratégia do Grupo do Paiol

Alicia X soltou o verbo e disse o que pensa sobre os rivais que fez no jogo

Alicia X soltou o verbo e disse o que pensa sobre os rivais que fez no jogo

Reprodução/RECORD

Alicia X disse adeus ao jogo como oitava eliminada de A Fazenda 15. Em conversa exclusiva à equipe de Comunicação da RECORD, a ex-peoa avaliou a estratégia do Grupo do Paiol, criticou o jogo de Márcia Fu e deixou clara a sua torcida para Kally Fonseca

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Alicia, qual foi a parte mais surpreendente de participar de um reality?

Começar a ter uma autoanálise bem grande, a gente se obriga a escutar coisas que não quer, e a falar coisas que não quer, às vezes. Tem que olhar muito o jogo do outro, a personalidade do outro e se posicionar em relação a isso. Acho que esse foi um dos maiores desafios, fiquei muito feliz de poder falar o que eu estava sentindo, independentemente de estar certo ou errado. Eu fui completamente eu, exagerada, dramática e tudo o que eu sou e mais um pouco. Fiquei feliz por conta disso. Foi algo que hoje me traz uma tranquilidade de saber que fiz o que poderia fazer naquele momento.

Você teve várias brigas com a Nadja e a Marcia Fu. Como você avalia o jogo delas?

Sobre o jogo da Nadja, brigamos no início, e nessas últimas semanas a gente até ficou mais tranquila, teve uma relação um pouco melhor. Obviamente, não vai deixar de ser o que era antes, no início. Mas a gente teve um respeito muito legal, era também sobre ela me escutar, eu escutá-la e acho que é sobre isso. O jogo da Nadja é um jogo sozinho. Acho que ela é uma das únicas pessoas ali da casa que joga sozinha. Independentemente de qualquer coisa, a Nadja não é uma pessoa falsa. Se ela falar que não gosta, não gosta mesmo e até irrita o tanto que ela fica falando que não gosta de você. Mas acho que ela é uma pessoa verdadeira.

Se o Brasil quer isso até o final, vai depender de vocês. Já a Márcia, eu acho que não é jogo, ela é aquilo lá mesmo. Ela é aquela pessoa. No início, até achei engraçado, cômico, até ser comigo. Quando aquelas brincadeiras, irritação, eram comigo, naquele momento, a gente fica também exausta. Ela se torna uma pessoa irritante, falsa, maldosa. Para mim, não sei se ela está jogando ou não. Acho que ela está sendo ela. Assistir alguém é uma coisa, viver no mesmo quadrado que a pessoa é outra completamente diferente. Só sabe realmente quem vive. O Brasil decide quem vai ser o vencedor.

Você acha que a estratégia do Grupo do Paiol está dando certo?

O Paiol sempre foi um grupo de pessoas de muita atitude. Sempre falando e se posicionando, e quando a gente faz isso, está sabendo que está na linha de frente, podendo ser alvo a qualquer momento. O momento que gente mudou a nossa rota foi quando tivemos um embate com o André e com o Lucas e deixamos de mirar nos Crias, que até então atacavam a gente, para mirar no Pôr do Sol. Acho que foi aí que pecamos um pouco, mas também não tinha como fazer diferente naquele momento. Eram as pessoas que estavam atacando a gente. Não tinha como a gente se posicionar em relação aos Crias, sendo que eles naquela semana já não tinham tanto peso.

Então, a gente seguiu também, com muita razão, mas naquele momento foi também quando seguimos o nosso coração. Acho que se a gente tivesse pensando mais friamente, tentado olhar um pouco de fora, a gente teria seguido outra sequência. A gente faz o que consegue, o que está ao nosso alcance. A gente fez o nosso melhor. Acredito que os meninos também estão repensando isso lá dentro, conseguindo pensar sobre isso. Mas, querendo ou não, são as pessoas que mais atacam eles, espero que eles tenham muita força, fé, não desistam, não abaixem a cabeça. Estou torcendo para todos.

Quem ganha o chapéu de mentiroso ou mentirosa da edição?

Márcia Fu, com certeza.

Para quem fica a sua torcida?

Qualquer um do Paiol que chegar na final, eu já me sinto muito feliz. Amo o Black, amo o Shayan, amo o Rada (Radamés). Mas acho que a Kally é a pessoa que mais representa o Brasil. Ela é muito louca, estourada, exagerada. Tem gente que até se irrita com ela, mas eu amo esse jeito dela, ela é muito verdade, até demais. Talvez ela chegue, minha torcida é para ela.

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Relembre a passagem de Alicia no jogo:

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