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'Não dá para trabalhar só no mundo gay", comenta Léo Áquilla

Performer diz que precisa ampliar suas opções profissionais

18/07/2012 20h49 (Atualizado em 18/07/2012 21h24)

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Reprodução/Rede Record

Reprodução/Rede Record

Léo diz que ainda sofre muito preconceito

Viviane Araujo, Léo Áquilla e Angela Bismarchi bateram um longo papo no quarto da sede na noite desta quarta-feira (18).

Os três competidores aproveitaram para falar sobre as dificuldades que enfrentam em suas carreiras artísticas.

Léo, por exemplo, fez o seguinte desabafo.

— Não dá para trabalhar só no mundo gay. Preciso ampliar o meu nicho comercial senão eu não sobrevivo, mas é muito difícil entrar no ramo hétero. Tem muito preconceito.

Angela, por sua vez, tentou animar o performer.

— Você está em outro estágio. Aqui vai te abrir muitas portas, as pessoas vão te valorizar mais.

Por fim, Léo contou que já passou um baita constrangimento em um show.

— Uma vez jogaram uma latinha de cerveja em mim e eu parei o show e perguntei quem tinha feito aquilo só para intimidar. Foi a pior coisa que poderia ter feito porque aí jogaram umas dez latinhas em mim.

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